Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna."
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sábado, 19 de dezembro de 2009
Oração de Natal

Senhor, nesta Noite Santa, depositamos diante de Tua manjedoura, todos os sonhos, todas as lágrimas e esperanças contidos em nossos corações.
Pedimos por aqueles que choram sem ter quem lhes enxugue uma lágrima.
Por aqueles que gemem sem ter quem escute seu clamor.
Suplicamos por aqueles que Te buscam sem saber ao certo onde Te encontrar.
Abençoa, Jesus- Menino, cada pessoa do planeta Terra, colocando em seu coração um pouco da luz eterna que vieste acender na noite escura de nossa fé.
Fica conosco, Senhor!
domingo, 25 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
A Lenda do Cemitério da Vila Formosa
Três amigos resolveram um jeito de se tornarem uma lenda no bairro, eles tiveram a felicidade ou o azar da idéia de apostarem uma corrida até a ultima parte do cemitério da Vila Formosa à meia - noite, o primeiro que chegasse seria o grande campeão (apesar que para entrar num cemitério a meia - noite, tem que ser “bom”) o caso é que todos estavam com medo.
Meia-noite, todos preparados e é dada a largada, chega um e depois outro… Falta o ultimo…
De repente ouve-se um grito. Com medo os outros dois vão para casa e abandonam seu amigo. Já é dia e a policia é chamada, todos procuram o ultimo jovem até que encontram, ele está com a camisa presa em uma cruz lá no cemitério, os médicos deduzem que “Como a camisa ficou presa ele deve ter levado um susto, achou que era um fantasma, o susto foi tão grande que ouve uma parada cardíaca”. O jovem foi enterrado e seus amigos ficam arrependidos.
As pessoas dizem que a meia - noite dá para ver o garoto correndo pelo cemitério.
Autor: Contador de Lendas
Visita Obrigatória

“― Deus me livre do cemitério. Morte comigo, nem de longe! Assim falava dona Cocota Miranda. Era espírita convicta. No entanto, nutria verdadeiro pavor pela morte. Exagerava atitudes e reações.
Naquela tarde, fora convidada pelo esposo a visitar, no próximo dia, o túmulo do genro, desencarnado há dois anos.
Era véspera de finados. A esposa recusara terminantemente.― Cocota – dizia o marido, carinhoso, não decepcione nossa filha. Ela espera sua companhia e conforto, amanhã.
A esposa, entretanto, respondia, incontinenti:― Não irei. Cemitério comigo, nem em dia de finados!― D. Cocota – interferia Joaquim, amigo da família – não lhe custa fazer esta caridade.
É coisa de minutos. Deposita-se uma flor. Faz-se uma prece. É visita de respeito e carinho. Contudo, dona Cocota retrucava com veemência:― Não insistam! Rezo aqui mesmo. Não irei!
À noite, porém, reinou confusão em casa. Acorreram vizinhos pressurosos. Correria de familiares. Médico às pressas. No entanto, tudo foi inútil. A esposa temerosa desencarnara, vítima de fulminante enfarte do miocárdio.
No dia seguinte, quase na mesma hora marcada para a tão discutida visita, dona Cocota Miranda, por bem ou por mal, comparecia, obrigatoriamente ao cemitério.”
Hilário Silva e Valérium. Histórias da vida. Mensagens.
domingo, 4 de outubro de 2009
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